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Monstras

Vestidos que todas as MONSTRAS podem usar sem MEDOS

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Um vestido é, provavelmente, a peça mais prática de usar. Ok, logo a seguir a uns jeans e uma t-shirt. Mas… AINDA ASSIM continuo a achar que o vestido ganha – quer dizer, é só enfiá-lo pescoço abaixo e estamos prontas!

Há pouco tempo levantou-se essa questão entre as coleguinhas de trabalho. Muitas delas não adoram usar vestido e foi mesmo por isso que decidi escrever este post. O que eu não faço em prol de um upgrade laboral! É que, honestamente, não sei o que pode correr mal quando se usa um vestido. No limite podem existir 2 problemas:

  • Não saber que tipo de vestido usar
  • Estar um dia de vento

 

Quanto ao segundo problema não há muito a fazer: ou arrisca uma bimba de fora ou vai viver na ignorância para sempre, sobre se aquele vestido poderia ter melhorado verdadeiramente o seu dia. 

 

Já as vantagens são significativas:

  • Rapidez a vestir
  • Relação positiva custo-benefício: compensa sempre, uma vez que com uma única peça a pessoa fica toda vestidinha
  • Melhor opção para dias de calor
  • Vantagem de disfarçar zonas críticas com uma única peça
  • Opção segura para ocasiões formais e informais

 

Se ainda não estão convencidas e são daquelas pessoas que só saem à cena com um vestido em dias de festa, aos fins de semana e quando o rei faz anos, espero ajudá-las com algo mais concreto. Complexos todas temos e a dificuldade está em acertar no modelo ideal para nós. Não vale a pena usar um vestido curto se tiver varizes ou usar um vestido cai-cai se tiver os ombros do incrível Hulk. Mas depois também há o bom senso e, isso sim, é mais preocupante se estiver em falta. Pessoas com muito peito devem evitar grandes decotes e vestidos com saias muito curtas não são para todas as pernas (isto se não quiserem andar por aí com ar vulgar, à striper de Marinhais).

 

Quanto a outros “probleminhas” não vejo como não podem ser resolvidos ou atenuados com a escolha certa:

 

Se é alta e espadaúda – não vai ter grande dificuldade em arranjar um modelo que lhe fique bem. Modelos linha A podem ajudar a dar volume na parte debaixo. Evite apenas os modelos império curtos, pois irão dar a sensação desproporcional (pernas muito compridas em relação ao tronco)

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ORIGEM

 

Se é baixinha – Modelos curtos favorecem sempre. Evite modelos que batam a meio da canela (a não ser que o cós seja subido na cintura). Opte pelos modelos império, que dão a sensação de pernas mais longas e modelos com elástico na cintura ou traçados, para marcar a silhueta.

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LA REDOUTE

  

Pernas grossas – modelos compridos são ótima opção, mas experimente também os modelos que terminam logo acima do joelho e combine com um salto médio. Vai alongar a silhueta e dar a sensação de que as pernas são mais longas.

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UTERQUE

 

Celulite, estrias e outras maleitas do género – por favor, esta é fácil! A não ser que a sua celulite comece nos pés ou nos joelhos, não vejo porque não há de usar um vestido. Curtos até à linha das maleitas e daí para baixo, estão à vontade.

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FLAUSINAS 

 

Barriga com pneuzinho – fácil! Disfarce com modelos subidos, folhos e padrões verticais. Os modelos cintados são sempre obrigatórios. Nada de linhas direitas ou vestidos colantes à Kardashian.

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BIMBA Y LOLA

 

Ombros largos e braços roliços – se tem algum cai-cai em casa deite-o fora ou dê para caridade. Não deve destacar essas partes críticas. Alças muito finas também não são boa opção. Opte por alças grossas, decotes em V e manga curta ou ¾.

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LA REDOUTE

 

Anca larga - evite modelos linha A e opte por linha império ou marcado na cintura e largos na anca. Os modelos compridos podem favorecer estes casos, bem como cores escuras da cintura para baixo e padrões verticais nesta zona.

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BAM

 

Bom, e basicamente é isto. Será que é assim uma coisa tão bicho-do-mato? Claro que não!

Vá lá, não me façam sofrer só de olhar para vocês num dia de 40.ºC enfiadas numas calças de ganga. Desejo-vos melhor sorte :)

 

Monstra S.

Trend allert! Slide sandals OU a forma mais “in” de ser um pé de chinelo

Foi uma querida colega nossa que nos abordou com a questão: “vocês já viram aqueles chinelos com pelo que anda toda a gente a usar?”. Já vimos, já. “E porque é que as pessoas usam aquilo? É terrível!”. Porque está na moda.

 

Pois, está na moda, mas o que é verdade verdadeira é que estes modelitos já andam a rondar por aí há muitos anos. O meu avô já usava os clássicos chinelos da Adidas, os pool slides, e os turistas já andam a esfregá-los na nossa cara há décadas, sempre bem combinados com a bela da peúga branca.

 

A mim ninguém me tira da ideia que isto foi mais uma boa estratégia da Adidas para promover os seus produtos da linha originals. Claro que não o fez sozinha, senão não teria tido o mesmo impacto. Hoje em dia o street style, as it girls e as redes sociais fazem a maior parte do trabalho. De repente, coisas que estavam esquecidas e ninguém pensaria em usar ganham uma nova forma e acabam por chegar aos comuns dos mortais. Neste momento, os pool slides estão à venda em todo o lado e assumem variadíssimas formas.

 

Ora vejamos:

 

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1 – À turista: bifes e bifas devem estar a esfregar-se no chão de tanto rir. Após anos de vexame e olhares reprovadores por parte do povo tuga, eis que este look ganha adeptos de renome. É copiado nas passerelles de marcas importantes e por gente famosa. Aqui está um bom exemplo de um look que se inspira mesmo nas ruas… da amargura.

 

2 – Os clássicos: o pool slides da Adidas. Chinelos quadradões que não fazem o pé de ninguém parecer um pé de Cinderela. Mas eles aí estão, a serem combinados com looks tão improváveis como jeans, shorts, vestidos e por aí fora.

 

3 – Laçarote: alguém achou que o laçarote podia tornar este modelo um pouco mais interessante e menos masculino. E assim surgiram os laçarotes gigantes nos chinelos de piscina. Podia dar-lhes para pior.

 

4 – Tiras: as tiras grossas, geralmente com fivela, têm origem nos intemporais chinelos da Birkenstock. É um look que remonta aos anos 90 com muitas derivações de tiras grossas em plástico igualmente grosseiro, verniz reluzente ou pele. Hoje em dia até já existem opções em EVA, totalmente vegan. Like it!

 

5 – Peludão: qualquer semelhança com os tradicionais chinelos de quarto NÃO É pura coincidência. Existem chinelos com pelo de todas as texturas (de ovelha, estilo peluche, ave de rapina, veludo, etc) e por toda a superfície dos mesmos (até na sola). Isto é tudo muito bonito e trendy e super in, mas usar isto em pleno pico do verão não vai dar para mim.

 

6 – SMS: depois das t-shirts com a bela da mensagem, eis que agora até os chinelos podem falar connosco. As mensagens dos que tenho visto são quase sempre muito evasivas. Ainda não vi nenhuma a dizer bitch please, que era mesmo o que me apetecia usar.

 

E agora, se ainda estão para aí a fazer cara feia a esta tendência – e porque não gosto de matar à partida algo que é um êxito comprovado – deixo aqui alguns looks que até acho que podem funcionar relativamente bem. Como tudo na vida, se é para usar que seja com atitude!

 

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Monstra S.

10 passos para sermos menos MONSTRAS (nós tentamos, mas nem sempre é fácil)

Há dias dos diabos. Dias em que mais valia não sairmos da cama. Dias em que saímos de casa impecáveis e descobrimos que o saco do lixo se rompeu pelas escadas, que lascámos uma unha sem reparar ou que sujámos logo o maravilhoso outfit ao pequeno-almoço.

Mas também há dias em que apesar de nos sentirmos umas verdadeiras monstras, saímos de casa e damos de caras com gente que sofre certamente de monstrice crónica, o que pode contribuir para enaltecer o nosso ego! Mulherio com os dedões a saírem das sandálias em homenagem à águia vitória, pés que já morreram sufocados em peles moribundas, modelitos que fazem as mulheres da vida corarem e gente que precisava de fazer um investimento na dentadura em vez de investir num telemóvel de última geração.

As MONSTRAS são moças de boa índole e por isso existimos para trazer esperança a quem dela quiser usufruir. Destacamos alguns pontos fulcrais que deve ter em conta para ser menos monstra, assim em jeito de auto-ajuda.

 

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A azul as dicas para cuidar da sua monstra exterior; a lilás as dicas para a sua monstra interior:

 

1 – O primeiro passo não é ir bater perna no shopping. Vamos primeiro cuidar das coisas mais básicas: a pele, o cabelo e os dentes. São coisas básicas que infelizmente muita gente descura. Limpar a pele todos os dias e usar um bom hidratante é logo meio caminho andado – rosto e corpo, pacote completo! O cabelo deve estar com as pontas saudáveis e deve ter um bom corte. Se não puder ir logo ao cabeleireiro tratar da juba, apanhe o cabelo. Os dentes: faça sempre a higiene como manda a lei e visite o dentista 1 a 2 vezes por ano. A prevenção evita despesas maiores a longo prazo.

2 - Cuide das unhas, por-amor-de-Deus! Este ponto podia ser incluído nos básicos do ponto 1, mas achamos importante destacar e dedicar um ponto isolado. Infelizmente vemos boa gente com as unhas dos pés e das mãos numa lástima. Vá lá, não é preciso fazer unhas de gel nem o pino para ter umas unhas minimamente apresentáveis! Basta cortá-las, hidratá-las e colocar-lhes um verniz-base fortificante transparente. Não é só uma questão de imagem, mas de higiene também.

3 – Make-up q.b. Há pessoas que adoram maquilhagem e há outras que nem podem ouvir falar nisso. O conselho que damos a ambas as fações é o mesmo: usem-na com moderação e saibam adequá-la a cada ocasião. Menos é mais, mas nada também é péssimo. Se podemos tirar partido de nós, porque não fazê-lo?

4 – Como vai esse roupeiro? Cheio, mas sem nada que lhe apeteça vestir? Está sempre a comprar roupa, mas parece que nunca nada brilha? Bem, não faça mais compras para já. Pare e observe as peças que tem no seu roupeiro. Deve desfazer-se imediatamente das seguintes peças:

  • Aquelas peças que não usa há mais de 2 anos. Esta regra é de ouro, porque se não usa é porque já não gosta de se ver com elas. Não guarde esse tipo de coisas, porque vão acumular ácaros no seu armário.
  • Peças que têm borbotos, que estão ruças, que têm fios e linhas a sair por todo o lado, que têm buracos, que têm já os tecidos todos flácidos e que no geral têm mau aspeto: bye, bye!
  • Sapatos que estão mutilados: se tiverem arranjo, arranje-os, senão já sabe o que fazer.

5 – Apostar nos básicos é a melhor aposta. Se não tem uma camisa branca, uma t-shirt branca, uns bons jeans, um bom casaco e uns bons sapatos, pode começar já por rever essa situação. Os básicos são aquelas peças que pode conjugar em diferentes combinações e usá-las em diferentes ocasiões, das mais formais às mais informais. Por isso, estes básicos devem ser peças de boa qualidade, pois serão para durar vários anos.

6 – As tendências são muito aliciantes, mas nem tudo o que é tendência lhe fica bem. Às vezes não é fácil, nós sabemos, mas brevemente as MONSTRAS darão um workshop de styling para ajudar nessas ocasiões. Be aware!

 

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7 – O stresse não é amigo de ninguém, por isso procure ter mais tempo para si e para aquilo que mais gosta de fazer. O trabalho, a família, as obrigações do dia-a-dia e a rotina podem dar água pela barba, mas é importante procurar um momento do seu dia só para si (ler um livro, ver um episódio da sua série favorita, ir ao ginásio, meditar…).

8 – Aprenda a dizer “não”. Chega a uma altura da nossa vida que não podemos agradar a gregos e troianos e por isso às vezes dizer “não” ajuda muito. Não tenha receio de marcar a sua posição, porque isso é uma forma de estar melhor consigo e com quem a rodeia.

9 – Ah, e já que falamos em quem nos rodeia, deixe-se rodear por quem mais gosta e por quem lhe transmite energias positivas. Mantenha-se em contacto com essas pessoas e procure estar com elas sempre que puder.

10 – Observe quem está à sua volta com atenção e depois olhe para si. Procure ver os outros e aprender com as suas experiências de vida e maneira de ser e retire as coisas mais positivas para si. Porque é que isto é importante? Porque muitas vezes estamos na nossa bolha e nem olhamos para o lado. Toda a gente tem alguma coisa para nos ensinar, até mesmo aquela jararaca do trabalho que não podemos ver à frente (ensina-nos a não termos aquele comportamento com outras pessoas, por exemplo).

 

E assim, ao cuidarmos tanto da nossa imagem como do nosso ego, os dias serão certamente menos mostrengos para nós. Claro que vão existir sempre dias desses, nem que seja para nos lembrar que somos humanas e que não somos perfeitas. Mas a verdade é que às vezes ser uma MONSTRA também pode ter a sua dose de humor. Por isso se chegar ao fim do dia com cheiro a pónei em vez do perfume Chanel, não desanime! É porque, no fim de contas, está a dar o seu melhor.

 

Monstra S. e Monstra P.

Monstra way of life #1 O drama dos cabelos brancos ou porque é que todas as senhoras mais velhas são loiras

WARNING 1: se têm menos de 25 anos escusam de ler sobre a desgraça dos outros e ponham-se a andar para um blog que fale sobre cabelos azuis em modo ti-dye.

WARNING 2: se têm mais de 50, e ainda não vos apareceu um único cabelo branco, escusam de vir esfregar isso na cara e vão ver se o Roberto Carlos ainda vai dar concertos este ano ou se o Tony Carreira ainda tem bilhetes à venda.

 

Pois é esta revolta que me assola. Mal tinha erradicado a maldita acne, eis que aparece o infame primeiro cabelo branco. Não há direito. É por este motivo que pintar o cabelo passou a ser uma opção há já algum tempo. Foi um processo gradual, primeiro comecei com um tom sobre tom e quando dei por mim estava com dois ou três tons mais claros do que a minha cor original. Olhando para a minha mãe a para a minha avó, é fácil perceber que dentro de 20 anos poderei virar uma hot blonde.

Agora a sério, reparem bem nas pessoas à vossa volta e constatem se não é a mais pura das verdades: a maioria das mulheres à medida que envelhecem e que vão ganhando cabelos brancos, vão aloirando. É um fenómeno sociológico a que pouca mulher escapa e devia ser estudado com rigor.

 

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Voltando a mim: eu já era fã do bronde, gosto muito da tendência, confesso. Começou nas californianas e foi-se democratizando por toda a superfície capilar. Se por um lado agora tenho desculpa para usar estes tons à vontade, por outro a manutenção da coisa é chata e dispendiosa (pfff… espera até chegares à minha idade – diz a minha mãe, para quem uma ida ao cabeleireiro é tão ou mais frequente que uma ida ao Continente).

As raízes não perdoam e é um horror quando os empinados cabelos brancos começam a espetar-se no alto da nuca. E como nem sempre dá para ir logo, logo ao cabeleireiro, a pessoa lá vai tentando disfarçar com o que pode. E agora até parece que há uns sprays inovadores que vão disfarçando temporariamente os malditos. Confesso que ainda não os experimentei, mas se calhar até devia. É que isto há alturas dos demónios, em que a pessoa se sente de facto uma MONSTRA cabeluda e velha.

 

Aqui deixo também uma dica bem preciosa para algumas pessoas levarem para a cova, nomeadamente algumas pessoas que conheço bem e maioritariamente do sexo masculino: não digam a uma mulher que tem “ali um cabelo branco” e – muito pior ainda – não o digam com aquele ar de quem viu pelos de 5cm num sovaco. Não é a mesma coisa, meus caros! Já para não falar que, em ambas as situações, no caso do sexo masculino, o caso muda totalmente de figura. Cabelo branco? É um galã. Sovacos peludos? Ah, é um homem.

Bem, e com esta constatação final, me vou, com mais alguns cabelos brancos por pintar.

 

Monstra S.

 

 

Fatos-de-banho. Acuse-se quem já não os vestia desde a década de 90.

I’m in!

Usei fato-de-banho até aos meus 14, 15 anos e tenho boas recordações. O primeiro modelito de que me lembro era um fato-de-banho em lycra amarela, cheio de folhos à volta da cintura. Era giríssimo e dei-lhe muito uso. O meu tio costumava chamar-me ovo estrelado, à conta desta fatiota. Mais tarde, usei fatos-de-banho às flores, a fazer pandã com a minha prima mais velha e, por fim, lembro-me de um fato-de-banho estilo olímpico (não sei porque raio, natação nunca foi comigo). Depois disto não me passava pela cabeça enfiar-me numa farpela destas, mas eis que este ano cedi finalmente e comprei, imagine-se, um fato-de-banho verde-esmeralda com folhos à cintura (versão sensualona).

 

Oram vejam só:

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O meu tio se me vir neste preparo vai chamar-me couve-portuguesa, ou algo do género.

 

Gosto desta tendência e espero que fique por aí mais algum tempo. Acho que favorece a silhueta a muita gente, se for escolhido o modelo certo. Modelos cavadinhos à la Pamela não ficam bem a toda a gente e a zona da barriga pode ser um problema – e eu que o diga.

Algumas dicas sobre o fato-de-banho ideal para cada corpo:

 

- ancas largas – já sabemos, modelos cavados é melhor não. Se for muito alta ainda pode tentar, mas se for baixinha guarde os modelos cavados para usar apenas como lingerie. Atenção aos estampados!

- ancas pouco acentuadas – modelos com folhos na zona da cueca ou com recortes nessa zona podem ajudar. Podem usar estampados à vontade.

- pneuzinho – folhos e cuecas mais largas nesta zona podem ajudar a disfarçar. Existem fatos-de-banho adelgaçantes, que traçam à frente e são ideais para estes casos.

- baixinhas – podem usar modelos mais reduzidos se for do vossos agrado, mas tentem optar por lisos.

- altas e espadaúdas – podem usar tudo. Saiam-me da frente, bitches!

 

E, em jeito de despedida, deixo aqui uma breve seleção de fatos-de-banho que são bem giros e que ainda estão em saldos (a maioria).

 

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Eu adorava ter este amarelinho da Baywatch. O ovo estrelado continua a bater forte cá dentro, mas… my hips don’t lie.

 

Monstra S.

Sapato meu, sapato meu, haverá alguém que te dê melhor uso do que eu?

Digam-me uma mulher que não goste da sapatos! Eu cá não conheço.

De facto, a história do calçado está intrinsecamente ligada à evolução da história da moda e do vestuário e, mais concretamente, ao universo feminino.

As variedades são imensas! Há modelos que muitas vezes nem sabemos como se chamam e, às vezes, para achar aquilo que procuramos é um castigo. Se for com procura online então, boa sorte ou, como diz a monstra P., "goodbye, Maria Ivone"!

O site da ASOS (que eu cá A-DO-RO, by the way!), é um desses exemplos. Lindo de morrer, com milhares de páginas de oferta que a pessoa não consegue parar de ver com receio de perder alguma coisa importante. E depois penso: vou restringir a busca aos modelos que eu quero. E até para uma conhecedora desta área como eu, o caso fica muitas vezes negrooooo (e é caso para perguntar como é que vou descalçar esta bota) .Mais grave ainda quando a fast fashion não para de nos trazer novos conceitos que nos deixam a todas com os olhos em bico.

Mas, aguentem aí os cavalos, vamos por partes! A pensar nas necessidades básicas do sexo feminino, deixo-vos aqui um mini glossário ilustrado dos modelos de sapatos mais comuns. Mesmo assim são imensos, eu sei. Mas garato-vos que isto é só a ponta do iceberg.

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Não deixem também de dar uma olhadela no site STEVE MADDEN (https://www.stevemadden.com/content.jsp?pageName=ShoeGlossary), um dos gurus da fashion que tem um glossário online que, não fosse ele tão extenso, era imprimir e dobrar ao peito!

E agora, uma pergunta relacionada que poderá brotar das vossas cabeças: será que estes modelitos me ficam todos bem? Posso comprar um de cada? Se não és a Heidi Klum, a resposta é não. Mas esse é o mote para outro post sobre pés, modelitos de pés e modelitos de sapatos. 

Me aguardem.

 

monstra S.

 

Os essenciais para uma cara de monstra minimamente apresentável

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Sim, este é um post sobre maquilhagem. Em jeito introdutório, vou já avisando que aquelas meninas cuja bandeira é "maquilhagem não é para mim", "eu não gosto cá dessas coisas", "eu é mais cara lavada" e afins, podem já dar meia-volta e ir procurar o blog da Alicia Keys. E digo isto sob pena de ter o nosso único seguidor ou seguidora a abandonar o blogue neste momento. Adeus, foi um gosto! Assim não vamos longe. Facto.

Posto isto, vou dar início à minha dissertação sobre os essenciais da minha vida. Os básicos dos básicos, aqueles com que não posso viver sem. Ao contrário da MONSTRA P., que para além de ser uma jóia de moça tem uma pele de pêssego paraguaio, eu cá (apesar de não ser má-diabo) não tenho a mesma sorte. Na adolescência tive a minha dose pesada de acne e, apesar de o problema ter sido ultrapassado (falarei disto noutro dia, há que fazer render o peixe), o meu trauma com a pele do rosto continua. Por isso eu sou daquelas velhacas que até para ir à rua por o lixo põe um pózinho de perlimpimpim (fãs da Alicia Keys, a sério, ainda estão aí a olhar?!). 

Enfim, cada uma com a sua pancada. E esta é uma das minhas de estimação. Foi a pulso que subi na vida nesta área. Não é fácil começar e até acertar nos produtos certos pode levar anos. Depois de acertar é manter e ir alternando devagarinho algumas inovações, mas sempre com cautela.

 

E tchan, tan, tan... os meus mais-que-tudo são:

 

Baton do cieiro Neutrogena - "andas viciada nisso", disse-me uma vez uma colega de trabalho. É bem possível. Passo-o várias vezes ao dia e de todos aqueles que experimentei até agora é o único que me safa até no inverno.

Baton Coco Mademoiselle Chanel - esta cor está no meu nécessaire há anos. É caro, é um facto, mas compensa o investimento. Simples e bonito. Um verdadeiro essencial. 

Máscara de pestanas - não sou esquisita nesta área, que eu cá tenho boa pestana. O único requisito é ser de cor preta e com a escova de formato o mais normal possível. Não sou muito inovadora aqui, desculpem desapontar-vos. Esta em concreto é da Douglas.

Pó bronzeador - nesta altura do ano é mesmo um must-have. O protetor 50 deixa-me com cara de palhaço rico, enquanto o resto do corpo parece um conguito. Este é da Quem Disse Berenice e adoro!

Blush - mix de feelings em relação ao blush. Não gosto de carregar no blush e tenho algum receio de o aplicar, por isso tem de ser um tom que se funda bem com a minha pele. Este é da Yves Saint Laurent e foi uma amiga quem mo deu. Agradecida.

"A" Base - de todos os produtos esta foi aquela que mais me fez penar e acreditem que experimentem muuuuiiitas marcas. Gosto desta porque é leve e funde-se bem na minha pele, ao mesmo tempo que a deixa respirar. A cobertura é boa também e a sua composição é oil-free. Benefit Hello Flawless - vales cada cêntimo, darling!

Pore refining - poros dilatados. Sinónimo de dor de cabeça e frustração. Brilhos... grrr! Tudo isso passa se investirem neste produto lindo da Benefit. Não é por acaso que é recordista de vendas. Pode ser aplicado antes da base e depois para ir retocando.

Insta Mate Primer (blur effect) - última novidade que adquiri recentemente. Já tinha usado outro primer e não fiquei fã, mas deixei-me ir pela loucura da Quem Disse Berenice e decidi arriscar este. É bom, mas requer retoques ao longo do dia e eu não estou para isso (preguiçaaaa). De qualquer modo, é verdade: logo que se aplica nota-se diferença e a pele fica mais matificada.

Papier matifiants - ou o mesmo que uma folha de rolo de cozinha pode fazer numa travessa cheia de batatas fritas. Ensopa. Dá imenso jeito, está sempre na minha carteira para casos SOS de batata-fritisse aguda! Estes são da Sephora.

 

E pronto. é isto. Não é muito, acreditem. Sou uma pessoa simples. Para quem não gosta messssmoo de maquilhagem ou para quem tem uma boa pele e acha que por isso não precisa de usar nadinha, deixo apenas um pequeno conselho: experimentem um BB Cream ou um CC Cream e serão muito mais felizes. 

 

Note to self: agora que tirei uma foto com os pés a aparecerem no canto da imagem, já me posso considerar uma blogger de verdade. Requisito 1: check!

 

monstra S.

Saldos (ou a loucura do mulherio): os clássicos

Os saldos são os saldos. Loucura, suor e lágrimas. A loucura de vasculhar todos os trapos como se fosse o último dia das nossas vidas, o suor das outras e as lágrimas derramadas quando:

a) vemos alguém a rapinar o último tamanho;

b) conseguimos o último tamanho mas está todo rasgado e puxado;

c) vamos bater perna nas lojas e, afinal, tudo a que tínhamos deitado o olho se escafedeu como por magia negra.

 

Sendo a alínea c) aquela que dá mais nervos, devo dizer que as compras online vieram ser um grande apoio nesta história dos saldos. Este ano, por exemplo, mandei vir dois blazers pretos de lojas diferentes e escolhi aquele que mais gostei no conforto da minha humilde casa. Para além de vir tudo bonitinho e impecável, dá muito menos trabalho (bom, depois tem de se devolver o que não serve, mas é um pequeno preço a pagar por tudo o resto)

 

Outro problema, muiiiiiitíssimo comum, é o mulherio ir aos saldos e comprar só porque está barato. Foram só 10 euros, foram só 15 euros. Um euro aqui e outro ali dá no quê? Roupeiro cheio de trapos que provavelmente nem nos fazem falta.

Em modo de sugestão, deixo aqui algumas peças que considero serem BONS saldos e que poderão ser usadas em várias estações - nunca serão um erro de casting.

 

 

AH, e voilá! Estão todas disponíveis à distância de um clique. 

 

 

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monstra S.