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Monstras

7 situações MONSTRUOSAMENTE CHATAS que nos acontecem regularmente (e provavelmente a muitas mais pessoas neste mundo)

Olá, nós somos as Monstras, não somos ex-alcoólicas, mas queremos partilhar.

 

Então cá vai.

 

  1. Acenar a pessoas na rua, que julgamos que vêm na nossa direção – só que não.

Uma vergonha! Vamos na rua, vemos alguém a acenar na nossa direção e achamos logo que é para nós! Lá vamos nós todas lampeiras, acenamos e sorrimos, mesmo sabendo que nunca vimos aquela pessoa mais gorda na vida. A distância vai-se encurtando e, é durante esses breves segundos, que nos passam pela cabeça todo o género de contradições (quem será, porque nos está a dizer adeus, porque vem na nossa direção, porque estamos a ir também na sua direção, porque estamos a fazer adeus, isto é tão estúpido, mas ainda assim vamos continuar). Até que no último momento, vemos a pessoa passar por nós de olhar fixo em frente, a dirigir-se a outro alguém. Só queremos cavar buracos no chão.

 

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  1. Falar ao telefone com alguém e parecermos super simpáticas, quando na verdade só nos apetece esganar aquela pessoa.

Ora bem que isto é o pão nosso de cada dia. Não com todas as pessoas com quem falamos, mas aí, vá, com 30% em dias bons e 50% em dias maus. Temos de por aquele sorriso na voz, fazer conversa fiada e dar uma esfrega de boa disposição. Mas na verdade, do outro lado da linha, estamos assim.

 

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  1. Dizer a alguém que aquela peça de roupa, aquele acessório ou aquele cabelo não lhe fica nada bem.

E levar um ar de choque, revolta ou tristeza de volta. Mas afinal o que é que vocês querem? Sinceridade ou uma grande mentira nas fuças? Chegamos claramente à conclusão que a preferência recai na segunda hipótese. Nós compreendemos, é difícil reagir a uma crítica, e é por isso que, regra geral, as Monstras não se metem em assados destes. Mas… se nos perguntam diretamente, temos de ser honestas. Às vezes está tudo muito bem, mas há outras em que temos de intervir com recomendações menos positivas. E é assim, minha gente, que se ganham inimigos e mau olhado para a vida toda. Mau olhado para a vida toooodaaaaa, lá, lá, para vida toooodaaaaa (adaptado da Carolina Deslandes, não nos vá acontecer o mesmo que ao Tony).

 

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  1. Fazer o nosso trabalho parecer uma coisa fácil, pelo menos aos olhos dos outros.

Lá porque trabalhamos na área do marketing não quer dizer que isto sejam só coisas giras, eventos porreiros e reuniões com gente interessante. Regra geral, as “coisas giras” dão um trabalhão dos infernos e correm mal 300 vezes antes de começarem a correr bem. Os eventos porreiros são só porreiros depois de já terem passado, porque até lá há todo um processo de reuniões com gente esquisita, coordenação de colegas, fornecedores e pessoal da organização (geralmente assim a atirar para o incompetente), decoração de espaços que nunca vimos na vida e estar lá no local a arreganhar a tacha, quando o que nos apetece é ir ao dentista. E as reuniões com gente interessante, às vezes são verdade, sim senhora, mas na maioria das vezes estamos a dormir por dentro.

 

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  1. Sair de casa com roupa nova e acabar em tragédia.

A minha mãe, pessoa muito sábia, sempre me disse que nos dias em que chego em casa com: a) alguma coisa rota; b) com nódoas na camisa; c) sem um salto ou sem uma fivela no sapato, é porque alguém me rogou uma praga e que fui vítima da cobiça alheia. Mau olhado para a vida tooooodaaaaaa, again!

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  1. Andar o dia todo com batom nos dentes (ou pior, um bocado de alface) e ninguém nos dizer nada.

Já cheguei a várias conclusões nesta vida e uma delas é que se sabe logo se uma pessoa tem boa índole se nos diz – mesmo sem nos conhecer muito bem – que estamos a fazer uma figura bem triste. Estar num evento ou ir trabalhar de dentes pintados, bocados de comida ou com a saia enfiada dentro das cuecas, não é fixe. Alguém que nos avise, por favor! Obrigada.

 

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  1. Dar dois beijos a uma pessoa e ficar com uma face pendurada.

Ou seja, dar um beijo no ar. Muito comum quando convivemos com gente que só dá um beijo, gente de bem. Pois que nós somos umas pé rapadas e damos sempre dois. É muito constrangedor, muito mau. Não dá para adivinhar: às vezes há aquelas pessoas que têm mesmo cara de quem só dão um beijo, mas depois dão dois. E outras que têm mesmo cara de que só dão dois e dão um. Isto faz-nos suar! Por isso, tomei há uns anos uma atitude. Isto na vida é preciso ter alguma, já percebi. Eu sou um bocado go with the flow, mas já vou vendo do alto dos meus 31 anos (autch!) que há coisas em que não podemos vacilar. Ora esta é uma delas. Decidi há uns tempos que não vou mais suar à espera do desfecho de quantos beijos vou levar. Vou logo lançada para dar dois e nem dou hipótese de ficar pendurada (mais ainda quando já vou desconfiada do espécime que me espera).

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E é isto.

Someone wants to share?

 

Monstra S.

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